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29 aug

​Os 7 Ambientes da Templuz na Casa Cor MG e Seus Pontos Altos

Projetos | Interiores
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Três grandes tendências foram trabalhadas no espaço assinado por Rodrigo Aguiar: half painted wall, biombos e rosa millennial.

Adoro quando vejo uma empresa que se atualiza e se reinventa mantendo o frescor. É o caso do tradicional Grupo Loja Elétrica que se desdobrou em TEMPLUZ para atender demandas específicas de Design e Tecnologias contemporâneas que este ano estão em sete ambientes da Casa Cor MG.

Apoiando os profissionais, oferecendo soluções e peças diferenciadas, a Templuz marcou presença com a Bilheteria, o Banheiro Conceitual 383, realçou detalhes das sofisticadas Clínica Dermatológica e Sala de Vestir, e iluminou com sensibilidade a Varanda, a Sala de Banho e o Restaurante.

CLINICA DERMATOLÓGICA POR VIVIANE LIMA

Ambiente inédito na Casa Cor, o projeto de Viviane Lima teve como base a clínica Kédima Nassif projetada também pela arquiteta. O desafio foi transpor para 35 m² o que ocupa originalmente 200 m². O projeto privilegiou a leveza trabalhando com tons neutros, amadeirados, um pouco de dourado e brilho pontuais. O resultado é sofisticado e acolhedor. Ponto alto do espaço: o cobogó contemporâneo.

BANHEIRO 383 POR ELEPHANT

A instalação monocromática e moderna feita pelo Elephant, estúdio formado por Elisa Campezzato, Rogério Vilela e Talita Marques, instiga reflexão com sua configuração de espaço expográfico onde o conteúdo só se revela por meio do uso de óculos de realidade virtual. Ponto alto do espaço: a linguagem conceitual.

SALA DE BANHO POR RODRIGO AGUIAR

Elegante, além do uso convencional sem deixar de ser funcional, assim é a Sala de Banho que se propõe (e consegue!) ser um refúgio em casa para fugir da correria do dia a dia. Com referências escandinavas e Art Deco, este espaço convidativo tem luz a medida certa, nem mais, nem menos. Ponto alto do espaço: as duas grandes tendências atuais trabalhadas com maestria: o biombo e o rosa millennial.

SALA DE VESTIR POR MARIANA NOGUEIRA

Um certo ar retrô, peças vintage, móveis, memórias, vestidos e outros objetos femininos compõem o ambiente cênico que conjuga a área de estar com o local de transformação feminina; uma espécie de camarim pessoal. Ponto alto do espaço: as luzes indiretas e intimistas, afinal este é um lugar para despir-se do mundo e vestir-se de si mesmo.

VARANDA POR DROYSEN TOMICH, MARCELO DIAS E OCTÁVIO DAVIS

A varanda assinada pelo trio é um pequeno paraíso tropical, rústico e sofisticado onde as cores cinza, azul e amarelo predominam. Sobre a tela feita de vergalhões repousam os jardins verticais e na parede ao fundo lâminas d'agua escorrem sobre placas cimentícias 3D. Ponto alto do espaço: as referências mineiras inequívocas, como o piso em minério de ferro, aço cortén e a pedra sabão que aparece na lareira, banco e pedestal da escultura.

RESTAURANTE POR FARKASVÖLGYI ARQUITETURA

Amplo, arejado e principalmente acolhedor, este ambiente foi trabalhado com mobiliário flexível, amadeirados, tons neutros e cores pontuais como o laranja e o verde. Ou seria azul? Manteve esquadrias de portas e janelas originais da casa, mas atenção, neste espaço é obrigatório olhar pra cima. Ponto alto do espaço: O teto que foi todo coberto de tear com mais de 800 fios num percurso que, em linha reta, daria 10,3 km!

ENTRADA E BILHETERIA POR THALES LUCCHESI, MARCELO MARTINS E ANA PAULA PEREIRA:

Este espaço super legal foi feito pela equipe que venceu a Archathon e eu já falei dele. Ponto alto do espaço: é só clicar AQUI para ver.

Fotos: Daniel Mansur, Gustavo Xavier, Jomar Bragança

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O cobogó teve sua origem na cidade do Recife na década de 1920 e o seu nome deriva das iniciais dos sobrenomes de seus idealizadores, os engenheiros Amadeu Oliveira Coimbra, Ernest August Boeckmann e Antônio de Góis.
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No espaço de Mariana Nogueira, ponto para a iluminação intimista da Templuz, afinal, como eu disse, aqui é o lugar de despir-se do mundo e vestir-se de si mesmo.
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Inacreditáveis mais de 800 fios num percurso que, em linha reta, daria 10,3 km foram aplicados no teto pela Farkasvölgyi Arquitetura!

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